terça-feira, 29 de novembro de 2011

CRISTÃO: SINAL DE CONTRADIÇÃO NO MUNDO!

Joãozinho: Eu amo a Deus sobre todas as coisas. Deus é tudo pra mim. Vivo uma vida realmente cristã, e meus DOMINGOS são lindos, pois vou à missa, frequento um grupo de jovens e participo de umas pastorais...
Mariazinha: Que lindo! Mas mudando de assunto, eu preciso ir num evento algum dia dessa semana. Você pode ir comigo?
Joãozinho: Então, eu quero muito ir com você, mas de segunda a sexta eu estudo, no sábado eu combinei de sair com meus amigos da escola, e já tava combinado faz tempo.
Mariazinha: E DOMINGO?
Joãozinho: Ah, pode ser. DOMINGO é o único dia que dá mesmo...

Tem algo errado nessa história. Ou só eu penso assim?
Quando vamos ter a coragem de priorizar o que é eterno?

Ser cristão, é andar na contramão do mundo !!!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A Maior Aventura da História da Humanidade

Boa tarde!

O post de hoje não foi escrito por mim, mas é interessante porque parece que tem respostas pra mim. Creio que seja a mesma sensação que você terá quando você ler.

retirado de: ocatequista.com.br

Boa leitura!


A MAIOR AVENTURA DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

[...]qual o SENTIDO da nossa vida? Quem somos nós? E porque nos perguntamos essas coisas?

Todo mundo já se fez essas perguntas, mas muito poucos levaram a sério. A maioria provavelmente achou que era papo de maluco (ou de bêbado) e deixou pra lá. Mas sabe porque nos perguntamos isso? Porque queremos entender a coisa mais importante da nossa vida: nós mesmos.

Opaaaaa! Aposto que você ficou bolado. Como assim EU sou a coisa mais importante da minha vida? Você pode dizer qualquer coisa (até Jesus), mas aquilo que verdadeiramente move você é a sua felicidade. Tudo o que você faz na vida, tudo o que você deseja, até os seus erros, tem a ver com o imenso desejo de felicidade que você carrega. Até Deus. Você só corre atrás dEle porque sabe que é a melhor coisa que você poderia fazer! Se fosse algo ruim, você não iria. Até as vezes em que você fez algo imediatamente ruim, foi pensando em um bem maior (ex: estudar para uma prova é chato, mas se formar é bom pra você).

Mas porque eu estou falando desse gigantesco desejo de felicidade? Porque esse desejo é a maior prova de que você foi feito para encontrar Deus.

Pense em TODAS as vezes em que você desejou muito alguma coisa e conseguiu. Seja absolutamente sincero com você mesmo… Repare que em todas estas ocasiões, ou você se decepcionou, ou viveu uma imensa experiência de alegria, mas quase instantaneamente traçou uma nova meta para, agora sim, ser plenamente feliz.

Isso acontece até nos relacionamentos! Quando a cegueira da paixão acaba, você se dá conta de que mesmo aquela pessoa que você ama não é suficiente. Sabe porque? Porque ela não é a resposta para a sua vida.

Pense aí: Eu sou o dono do mundo e acabei de dá-lo a você. E agora? O que você faz? Tenho certeza de que você respondeu que gostaria de conhecer muitos lugares e construir um mundo melhor. Pois é… você acabou de ganhar o mundo e já estabeleceu novas metas!!!!

Mas se nem o mundo inteiro consegue te satisfazer plenamente, o que pode?

O clipe da música Segredos, do Frejat, mostra isso muito bem:


Cara… esse buraco que você tem dentro do seu peito, exige algo infinito, pleno, incorruptivel, inabalável e infinitamente bom. E nem uma pessoa, nem qualquer outra coisa no mundo pode te satisfazer totalmente.

Você já sabe que só existe uma hipótese que responde a todos esses anseios: a hipótese de poder encontrar Deus e seguí-lo. E só existe uma ocasião na história em que o próprio Deus veio ao encontro do homem para alcançá-lo, e assim, tornar possível seguí-lo concretamente! E só existe um lugar que carrega os sucessores dos apóstolos, e por isso, capaz de ligar você até aquele acontecimento de 2000 anos atrás: a Igreja Católica Apostólica Romana.

Pense agora, em quem de verdade é você e no tamanho da dignidade de um ser que acusa qualquer coisa de insuficiência e só aceita o próprio Deus como resposta para a sua felicidade!

Alguém grande assim, não pode se contentar com pouco. Não pode se contentar com uma fé mais ou menos. Você não pode aceitar menos do que o caminho da santidade e do relacionamento pleno com Deus.

Viva a vida percebendo em cada segundo, em cada tarefa por mais chata ou insignificante que seja, existe um profundo e claro chamado de Deus. A cada momento Ele está lá te dizendo: “o seu coração não se contenta com isso… a felicidade que você persegue todos os dias em todas as coisas, na verdade, sou EU”. E é por isso que Ele está em todas as coisas, em todos os lugares. E tudo o que você faz, é uma oportunidade de se relacionar com Ele!

Não fique aí parado! Deus está exatamente aí, onde você está agora! Vá! Aproveite a oportunidade de viver a Sua presença! Você faz parte da maior aventura da história da humanidade!

Quem tiver ouvidos, que ouça. Quem tiver olhos, que veja.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Trabalhar...

Após o pecado ter entrado na nossa história, Deus impôs ao homem “a lei severa e redentora do trabalho”, como disse Paulo VI. “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado” (Gêneses 3,19).
A partir da tragédia do pecado original, o trabalho passou a ser um veículo redentor para o homem, além de ser o meio pelo qual ele é chamado a ser cooperador de Deus na obra da construção do mundo.

Michel Quoist disse que "o trabalho não é uma punição, mas uma honra que Deus concede aos homens. O Pai não quis acabar sozinho a criação, por isso convida sua criatura a colaborar com Ele".
O Senhor derrama Sua graça sobre aquele que trabalha com diligência. Este caminha para a perfeição. Não foi sem razão que Confúcio disse certa vez: “Deus colocou o trabalho como sentinela da virtude”.

O trabalho traz para o homem uma misteriosa e agradável recompensa que ninguém e nada pode tirar. O trabalho sério imprime na própria matéria o espírito, e isto glorifica o Criador. Se com humildade oferecemos a Ele o nosso trabalho, este adquire um valor eterno. Assim, o temporal se transforma em eterno; e esta é a grande recompensa do trabalhador.

Esta reflexão nos deixa entrever todo o mal da preguiça. Nenhum bem valioso e nenhuma virtude autêntica podem ser conquistadas sem o trabalho diligente e paciente.
Lamentavelmente, criou-se também entre nós católicos a triste cultura de se “ganhar a vida na sorte”, recorrendo-se às “senas” milionárias, e às loterias alienantes. Esta não é a vontade de Deus para o homem sobre a terra. “Ganharás o teu pão com o suor do teu rosto”, “quem não quiser trabalhar, que não coma”, esta é a lei santa, severa e redentora do Senhor. Querer viver sem trabalho é como desejar a própria maldição nesta vida. Nos momentos mais críticos da vida é o trabalho a tábua da salvação para todos nós.

Facilmente percebemos quantos males sociais advém do ócio e da preguiça. Para compreender a sua gravidade ela é classificada como um “pecado capital”.

Temos de entender a dignidade e a importância do trabalho humano no plano de Deus. São Paulo disse aos tessalonicenses: “Procurai viver com serenidade, trabalhando com vossas mãos, como vo-lo temos recomendado. É assim que vivereis honrosamente em presença dos de fora e não sereis pesados a ninguém”. (1Tes 4,11-12)
É tão importante o trabalho para o homem que o Talmud dos judeus diz: “Nenhum trabalho, por mais humilde que seja, desonra o homem”. E ainda: “Não ensinar ao filho a trabalhar é como ensinar-lhe a roubar”. E uma máxima rabínica dizia que “o trabalho mais duro do mundo é não fazer nada”.
O nosso grande João XXIII, de inesquecível memória, o gigante do Vaticano II, disse certa vez: “O trabalho deve ser concebido e vivido como vocação e missão, como tributo à civilização humana”.

A maior parte da nossa vida transcorre no trabalho de cada dia; seja ele braçal ou mental, doméstico ou empresarial, profissional ou particular. E o trabalho foi colocado em nossa vida, por Deus, como um meio de santificação.

Para nos mostrar a importância fundamental do trabalho, Jesus trabalhou até os trinta anos naquela carpintaria humilde e santa de Nazaré. E para nos mostrar que todo trabalho é importante, Ele assumiu o trabalho mais humilde, o de carpinteiro, que era desprezado no seu tempo. São Bento de Núrcia tomou como lema da vida dos mosteiros “Ora et Labora!” (Reza e Trabalha!).

O nosso Catecismo ensina que:
“O trabalho não é uma penalidade, mas a colaboração do homem e da mulher com Deus no aperfeiçoamento da criação visível” (CIC, nº 378).
Falando da vida oculta de Jesus na família, quando de sua visita à Terra Santa, o Papa Paulo VI disse em Nazaré: “... uma lição de trabalho. Nazaré, ó casa do “Filho do Carpinteiro”, é aqui que gostaríamos de compreender e celebrar a lei severa e redentora do trabalho humano...” (05/01/1964).

O Fundador do “Opus Dei”, o Beato Monsenhor Escrivá de Balaguer, dizia: “enquanto houver homens sobre a terra, por muito que se alterem as técnicas de produção, haverá sempre um trabalho humano que os homens poderão oferecer a Deus, que poderão santificar”.
São Paulo disse aos coríntios: “Quer comais ou bebais ou façais qualquer outra coisa, façais tudo para a glória de Deus” (1Cor 10,31). Se até o simples comer e beber devem dar glória a Deus, quanto mais o trabalho! Aos colossenses São Paulo explica mais claro ainda: “Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Col 3,17).
É preciso notar bem esse “tudo quanto fizerdes”; nada fica de fora, nada é profano na nossa vida. Tudo deve ser feito, sem preguiça e sem lamúria, “em nome do Senhor”, isto é,“Nele” e “por Ele” para dar graças ao Pai.

Um pouco adiante, o apóstolo insiste novamente: “Tudo o que fizerdes, fazei-o de bom coração, como para o Senhor e não para os homens. Sabeis que recebereis como recompensa a herança das mãos do Senhor. Servi ao Senhor Jesus Cristo” (Col 3,23).
“Fazei-o de bom coração”, quer dizer, fazer com amor e não por interesse; e “como para o Senhor não para os homens”.
Aqui está o ponto mais importante. Tudo o que fazemos deve ser feito “para o Senhor”, sem preguiça e sem reclamação para não perdermos o mérito da boa ação. Não importa o que seja, se é grande ou pequeno, deve ser feito tendo o Senhor como “Patrão”. Se você é lavadeira, então lave cada camisa ou cada calça com todo o capricho, como se o próprio Jesus fosse vesti-las. Se você é professor, prepare bem a sua aula, ministre-a com capricho e sem preguiça, como se Jesus fosse um aluno que quer aprender.
Se você é um médico, atenda cada paciente sem preguiça e sem má vontade, como se o próprio Jesus fosse o doente.

“Sabeis que recebereis como recompensa a herança das mãos do Senhor”.

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=12517

domingo, 16 de outubro de 2011

DesabafoS


Paro por aqui
Não posso passar pela porta dos perfeitos
Proibem meu jeito
O defeito não é bem aceito aqui

Ando indignado com julgamentos.
As vezes parece que mil favores são esquecidos quando se nega algo ou até mesmo quando se erra uma vez.
Por que somos assim?
O pior, é que se esconder por trás de uma máscara de que está tudo bem, faz tão mal quanto o julgamento.
E as vezes o problema nem é máscara... é o medo da reprovação.

Ando indignado também por me pegar mais uma vez depositando tanta expectativa em alguém.
E falando em máscaras, a expectativa é mestra em esconder a face da realidade.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O pecado e seu salário !!!

Porque o salário do pecado é a morte, enquanto o dom de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Romanos 23, 6)

Alguns pecados insistem em nos acompanhar e infelizmente, muitas vezes eles se tornam parte de nossa rotina. Assim passamos a cometê-los quase sem perceber.
Nessa mesma proporção, quase sem perceber, vamos experimentando um pouco da morte, o salário do pecado.

Quando nos damos conta, o cheiro de morte já está tão impregnado em nós, que já estamos distantes o suficiente de Deus, não porque Ele quer, mas porque nós construímos essa distancia, passo a passo, tijolo por tijolo.
Onde há morte, não pode ter vida! É tão óbvio! E Jesus mesmo diz: Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.

Hoje eu esbarrei nos meus pecados rotineiros, mas por algum motivo, eles não foram tão imperceptíveis. Ele doeram em mim também, eu senti sintomas de morte, de uma morte que não é física...

Porém, não parei no meu orgulho e na minha tristeza. Visitei Jesus Sacramentado na capela, senti uma paz fora do comum. Não havia nenhum julgamento lá, e um Amor Supremo perfumava o ambiente, e assim tive a graça de, de uma maneira tão insignificante e minuscula, experimentar um pouquinho da dinâmica do cristianismo.

Pelos nossos pecados, Jesus foi crucificado, e nos deixou como herança a vida eterna.

Hoje, eu enfrentei fragmentos de morte contidos em meus pecados, e por causa desses mesmos pecados, reconhecendo que "nada sou", fui até a capela e diante do sacrário, os sintomas de morte se foram com as lágrimas, e encontrei Vida.

Fiquem com Deus, e tenham Vida!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Que pressa é essa?

Quando eu acordei, já estava atrasado pro trabalho. Fiz tudo correndo e no meio do caminho, decidi voltar, pois tinha esquecido algo, ou seja, corri mais ainda. Cheguei no trabalho e no meio das tantas situações rotineiras apressadas e cheias de horários a serem cumpridos, o horário de almoço se aproximava, e ele, o tempo, estava lá, sendo contado.
Dentro desse tempo tão limitado, tive que deixar meu carro no conserto. Avisei meu chefe que me atrasaria, mas mesmo com o aviso, os passos rápidos até o ponto de ônibus mais próximo faziam questão de me lembrar que eu deveria andar rápido.

Por que ? Por que tudo tão rápido ? Somos tão reféns assim do tempo ?
Quanto tempo reservamos pra situações que quebram a rotina ?
E finalmente a questão principal: Quanto tempo reservamos com aquilo que o tempo não pode controlar ?

Um "bom dia" acompanhado de um sorriso; uma troca de olhares mais demorada; um abraço mais longo; um "eu te amo" verdadeiro, e não esse que se diz pra primeira "menina bonita" que encontramos online na rede social, que por sinal, deixa tudo tão mais rápido né? Aquela pessoa que pouco conhecemos, está lá, exposta na vitrine de um facebook, pronta pra sair do anonimato, rapidamente, agradando aos padrões da correria, da maioria.

Não sou contra nada disso, mas tudo precisa de um equilíbrio.
O fato é que eu sonho, e nos meus sonhos prevalecem os amores, que não cabem no tempo.

Mais Perto
Pe. Fábio de Melo

Onde é que você vai com tanta pressa
Com esse ar de quem tem muito o que fazer
Se eu posso lhe pedir alguma coisa eu lhe peço: senta
aqui
Como um dia eu sentei naquele poço
E a amizade visitou meu coração
Fui amigo e o esposo que faltava e hoje pode ser
também assim
Os seus olhos me revelam tanta sede e não sou
indiferente a sua dor
Mas tem coisas que não faço, não são minhas, dependem somente do seu querer

O milagre se dará por duas vias
Uma é minha e a outra deixo pra você
Se você trouxer a mim a sua água eu devolvo vinho
Chega mais perto, não tenha medo
Não diga nada, silêncio é palavra que não faz segredo
Se for preciso enxugo o seu rosto
Lágrimas são fragmentos de história que posso
entender

Eu lhe vejo entrelaçado em tantos erros
Machucando tanta gente sem saber
Infeliz vai se tornando
pouco a pouco, por favor,
queira voltar

Não prometo dar-lhe um jardim de flores
Mas prometo a força pra poder plantá-lo
E asseguro no cultivo estar bem junto, se preciso, lhe
consolar
Cantaremos a semente germinada, podaremos o que não
puder crescer
Cada poda há de ter ensinamento eu vou lhe ajudar a
compreender
Sou o verbo do princípio feito carne
Sou o Deus que resolveu ter coração
E hoje está sentado à beira deste poço
Mirando o seu rosto, na voz deste moço, lhe dando um
recado
Que se for possível espero visita, não tarde em
chegar
A casa é a mesma, o mesmo endereço, espero por lá
Chega mais perto.





segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Quando o Amor vence...

Quando me sinto ameaçado, incomodado, uso do orgulho como defesa. Faço com que tudo aquilo que possa romper meus segredos e ameaçar meu suposto equilíbrio, “dê de cara” com um muro levantado com tijolos de orgulho.

Me defendo, e assim, tudo fica intacto, tudo continua igual, imóvel, inerte. Nenhum tijolo fora do lugar, nenhum buraco e ninguém na condição de ameaçador.

Isso me faz forte !

Não, isso não me faz forte. Isso faz de mim um covarde.

As máscaras caem durante um momento de adoração.

Diante de um Deus que tinha tudo pra reinar em meio à riquezas do alto de seu trono, e escolhe ser homem para salvar; diante de um Deus cheio de poder e grandeza, que se humilha e se torna pão pra alimentar e pra continuar seu projeto de salvação, a muralha se quebra, o orgulho é esmagado. A queda do muro permite que luz adentre o ambiente, onde outrora só haviam trevas. Então a água também não encontra mais barreiras e pode assim trazer seu rastro de vida, e o que era seco floresce. A vida se renova, e sementes do paraíso são lançadas...

Por fim, o orgulho dá lugar ao Amor, pois ambos não podem habitar o mesmo local.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

23 de setembro - Dia de São Pio

É muito difícil estabelecer uma definição para a palavra "milagre". Os milagres são considerados expressões do sobrenatural. Nós também podemos dizer que um milagre é um fenômeno que ocorre contrário as leis naturais já conhecidas e obedecem a uma força superior: a de Deus.

A vida do Padre Pio é cheia de milagres. Mas nós temos que prestar atenção à natureza do milagre, que é sempre divina. Desta maneira o Padre Pio sempre convidou as pessoas a agradecer a Deus, verdadeiro autor dos milagres.

A tradição diz que Padre Pio, quando estava em adoração, tinha um aumento da temperatura de seu corpo que ultrapassava os limites que um termômetro comum (deste usados para medir a febre) poderia suportar.

1 - SARANDO A QUEIMADURA
O primeiro milagre atribuído ao do Padre Pio, aconteceu em 1908. Naquela época ele morava no convento de Montefusco. Um dia ele decidiu ir à floresta para colher castanhas em uma bolsa. Ele enviou essa bolsa para sua tia Daria em Pietrelcina. Ela sempre foi muito afetuosa para com ele. A sua tia recebeu a bolsa e comeu as castanhas e depois guardou-a como lembrança.
Poucos dias depois sua tia Daria estava procurando algo em uma gaveta onde o seu marido normalmente guardava pólvora. Era noite e ela estava usando uma vela quando de repente a gaveta pegou fogo. O fogo atingiu Tia Daria e num instante, ela pegou a bolsa que tinha as castanhas de Padre Pio e a pôs na sua face. Imediatamente sua dor desapareceu e não ficou nenhuma ferida ou queimadura na sua face.

2 - DE ONDE VIERAM OS PÃES?
Durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália, o pão era racionado. No convento do Padre Pio havia sempre muitos convidados e pessoas pobres que iam até lá pedir comida. Um dia, os monges foram para o refeitório e perceberam que na cesta tinha aproximadamente um quilo de pão. Todos os irmãos rezaram e se sentaram antes de começar a comer e o Padre Pio foi à Igreja.
Depois de um tempo ele voltou com muitos pães nas mãos. O Superior perguntou para Padre Pio: "Onde você conseguiu os pães? " e Padre Pio respondeu: "Um peregrino à porta me deu ". Ninguém falou, mas todo o mundo concluiu que só Padre Pio poderia encontrar esse tal peregrino.

3 - QUEM REPÔS AS HÓSTIAS?
Uma vez no convento do Padre Pio, um frade deixou de colocar hóstias suficientes para a celebração, pois havia poucas disponíveis. Mas depois das confissões Padre Pio pegou as hóstias, começou a entregar a Sagrada Comunhão às pessoas e ao término da celebração sobraram muitas hóstias, mais do que eles tinham antes.

4 - ALGUÉM SEGUROU A CARTA?
Uma filha espiritual do Padre Pio estava lendo uma carta dele a beira de uma estrada. O vento fez a carta voar e rolar por uma ribanceira. A carta já estava longe quando deixou de voar e caiu e ficou presa numa pedra. Desse modo foi possível recuperar a carta. No dia seguinte ela se encontrou com o Padre Pio, que lhe disse: "Você tem que prestar mais atenção no vento da próxima vez. Se eu não tivesse posto meus pés na carta ela se teria perdido".

5 - O FILHO PERDIDO REAPARECE
A sra. Cleonice Morcaldi, filha espiritual do Padre Pio, disse: "Durante a Segunda Guerra Mundial meu sobrinho estava prisioneiro. Nós não tínhamos recebido notícias durante um ano e todo mundo acreditou que ele havia morrido. Os Pais dele pensavam a mesma coisa. Um dia a mãe dele foi ao Padre Pio e se ajoelhou em frente ao frade que estava no confessionário e disse: "Por favor, diga-me se meu filho está vivo. Eu não vou embora se você não me falar. Padre Pio simpatizou-se com ela e tendo piedade de suas lágrimas disse: "Levante-se e fique tranqüila".
Alguns dias depois, eu não pude resistir diante da dor dos Pais, e assim decidi pedir um milagre para Padre Pio. Eu disse: "Padre, eu vou escrever uma carta a meu sobrinho Giovannino. Eu só escreverei o nome dele no envelope por que nós não sabemos onde ele está. Você e seu Anjo da Guarda levarão a carta até ele." Padre Pio não respondeu.
Eu escrevi a carta e pus em minha mesa, de noite, para entregá-la na manhã seguinte ao Padre Pio. Ao amanhecer, para minha grande surpresa e medo a carta não estava mais lá. Eu fui correndo até o Padre Pio para lhe agradecer e ele me disse: "Dê graças a Nossa Senhora". Quase quinze dias depois nosso sobrinho respondeu a carta. Então toda nossa família ficou contente, dando graças a Deus e ao Padre Pio".

6 - CLARIVIDÊNCIA
Durante a Segunda Guerra Mundial o filho da Sra. Luisa, que era Oficial da Real Marinha Britânica, era motivo de angústia para a sua mãe, pois ela orava diariamente para a conversão e salvação do seu filho. Um dia um viajante inglês chegou a San Giovanni Rotondo, trazendo alguns jornais da Inglaterra. Luísa quis ler os jornais. Ela leu notícias do afundamento do navio em que o filho dela estava.
Ela foi chorando ver o Padre Pio, que a consolou imediatamente: "Quem lhe falou que seu filho morreu?" Na realidade Padre Pio pôde dizer exatamente o nome e o endereço do hotel onde o jovem oficial estava, depois de ter escapado do naufrágio no Atlântico. Ele estava naquele hotel a espera do novo cargo. Imediatamente Luisa lhe enviou uma carta e depois de 15 dias obteve uma resposta do seu filho".

7 - ESTAVA MORTA E VOLTOU À VIDA
Havia uma tal mulher nobre e boa em San Giovanni Rotondo que o Padre Pio disse que era impossível, achar qualquer falha em sua alma para perdoar. Em outras condições, ela viveu para ir para o céu. Ao término da Quaresma Paulina estava tremendamente doente. Os doutores não lhe deram esperanças. O marido dela e as cinco crianças deles foram para o convento rezar e pedir ajuda para Padre Pio. Duas das cinco crianças correram em direção ao Padre Pio chorando. O Padre Pio ficou perturbado; e então tentou consolá-los prometendo que ia rezar para eles, nada mais!
Alguns dias depois, mais ou menos às sete horas da manhã, as coisas mudaram. Na realidade ele pediu em favor de Paulina, de forma que isto a curou. E ele disse-lhes: "Ela se recuperará no Dia da Páscoa. Mas durante a sexta- feira Santa, Paulina perdeu a consciência, e ela logo depois no dia de sábado havia entrado em estado de coma; finalmente, depois de algumas horas, Paulina morreu.
Alguns dos seus parentes levaram o vestido de noiva dela para vesti-la, isto de acordo com uma velha tradição. Outros parentes correram para o convento para pedir um milagre ao Padre Pio. Ele lhes respondeu:" Ela ressuscitará. E foi para o altar para celebrar a Santa Missa. Quando o Padre Pio começou a cantar o Glória e o som dos sinos que anunciam a ressurreição de Cristo, ele deu um forte grito e os olhos dele estavam cheio de lágrimas.
No mesmo momento, Paulina ressuscitou e sem qualquer ajuda ela desceu da cama, se ajoelhou e orou três vezes o Credo. Então eles se levantaram e sorriram. "Ela ressuscitou". Na realidade o Padre Pio não tinha dito, "ela ressuscitará" e sim "ela se recuperará". Quando eles lhe perguntaram que se passou durante o tempo em que ela estava morta ela respondeu: "Eu subi, eu subi, eu subi; até que eu entrei em uma grande luz, e de repente eu voltei"

#SaoPiodePietrelcina rogai por nós

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Só por ti Jesus ♫

“Ora, a aspiração da carne é a morte, enquanto a aspiração do espírito é a vida e a paz. Porque o desejo da carne é hostil a Deus, pois a carne não se submete à lei de Deus, e nem o pode.

Os que vivem segundo a carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não viveis segundo a carne, mas segundo o Espírito, se realmente o espírito de Deus habita em vós. Se alguém não possui o Espírito de Cristo, este não é dele.” (Romanos 8, 6 – 9)

O trecho acima me incomoda demais.

Como é difícil abrir mão das minhas vontades ou até mesmo da falta delas, quando estas se opõe a vontade do Espírito Santo.

Eu tento, tento, tento, erro, acerto, erro, acerto, erro...

Nessa luta, me deparo com meu próximo vencendo determinada batalha, e isso fortalece minha fé.

Nessa mesma luta, me deparo com meu próximo cedendo às vontades da carne, e isso dói, dói diretamente em mim, e indiretamente na pessoa, que não percebe que se rendendo à carne, fecha-se as portas para o Espírito.

Um dia, após minha confissão, o Padre Renatinho me deu uma excelente dica:

“Quando nos deparamos com escolhas, muitas vezes precisamos pensar que essa pode ser nossa última chance”

Diante de algumas situações que tenho vívido, e que vejo meus irmão vivendo, eu me pergunto: O que tem nos consumido? Pelo que ou por quem estamos nos consumindo? Pelo que estamos nos cansando?

Fiquem com Deus

#Ficaessareflexaoai

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

“Dois homens olharam através das grades da prisão; um viu a lama, o outro as estrelas”. (Santo Agostinho).

Santo Agostinho, por ter sido um dos grandes filósofos da humanidade, possui o respeito não só de católicos, mas também de toda uma comunidade científica . No século IV ele já falava de situações que ainda hoje parecem bem atuais.

A reflexão no título me questiona: O que estou enxergando em meio as dificuldades? A lama ou as estrelas?

De cabeça baixa, não se enxerga as estrelas. Levanta a cabeça! Olhe pro alto!

Já conversou com Deus hoje?

"Senhor, não quero andar por aí de cabeça baixa. Dá-me paciência para suportar a prisão quando ela for necessária, força e sabedoria para sair das situações que muitas vezes me aprisionam. E acima de tudo, fé, para enxergar as estrelas, porque sem ela, eu só posso ver lama."